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O preferido: molho quatro queijos!

16/08/2010

Recebi vários pedidos para postar uma receita de molho quatro queijos. O pessoal lá em casa é super fã, então domingo aproveitei o almoço de família para registrar o molho campeão!

A base do molho de queijo é o famoso bechamel. É um molho utilizado na culinária em inúmeras preparações, como recheios, sopas, cremes e molhos derivados. Nas primeiras vezes não parece ser tão fácil obter um molho lisinho e cremoso, mas hoje já faço de olhos fechados, então você também pode. Vou confessar que as medidas que estão na receita podem não ser aquelas que costumo usar. Mas o passo a passo vai ajudar a chegar no ponto certo.

Ingredientes para o bechamel: 1 litro de leite integral, ¼ de um tablete de manteiga, 3 colheres de sopa de farinha de trigo, noz moscada e sal a gosto.

Os queijos: 2 colheres de sopa de requeijão, 250g de gorgonzola, 150g de queijo mussarela ralado, 2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado.

Derreta a manteiga e desligue o fogo. Polvilhe a farinha de trigo pouco a pouco até formar um creme bem homogêneo. Volte ao fogo para que a farinha cozinhe. Mexa sempre e cuide para não escurecer a mistura. Pode ser que nesta hora a consistência da massa se altere formando pequenos grumos. Deixe esfriar. Com a mistura já fria, adicione cerca de meio copo de leite dissolvendo bem a massa até que fique bem lisa. Vá adicionando mais leite até totalizar o litro. Devolva ao fogo baixo e mexa sempre até engrossar. Tempere com a noz moscada e o sal.

 

 

 

 

Quando o molho estiver consistente, comece a adicionar os queijos: primeiro o requeijão, depois o queijo mussarela até que derreta por completo e por fim, o gorgonzola e o queijo parmesão.

 

 

 

 

Quando todos os queijos estiverem bem derretidos, está pronto para servir.

Indico uma generosa colherada em um prato de spaguetti n° 5 da Barilla:

A lista de Claude Troisgros – Mousse de Chocolate

15/08/2010

A lista continua com uma sobremesa para lá de conhecida: mousse de chocolate. Existem dezenas de receitas de mousse de chocolate, mas faz algum tempo que já adotei esta como  a receita oficial. É fácil e muuuito saborosa!

Ingredientes (para 10 taças grandes): 3 barras de chocolate meio amargo, 3 caixinhas de creme de leite, 300g de açúcar, 6 ovos.

Como fazer: Derreta o chocolate em banho maria ou no microondas. Deixe esfriar um pouco, acrescente o creme de leite e reserve. Faça uma gemada com as gemas e o açúcar. Esta parte da receita é muito importante: a gema deve ser muito bem batida com o açúcar, até ficar praticamente branca, pois se não o mousse fica açucarado. Junte então a gemada ao chocolate. Bata as claras em neve bem firme. Incorpore delicadamente as claras em neve ao chocolate. Leve a geladeira pelo menos por 12 horas.

Potinho de Caldo de Galinha

28/06/2010

Quem me conhece sabe que a dica a seguir foge um pouco as minha “regras” do que considero uma boa gastronomia. Mas como o objetivo do blog é experimentar, testei e gostei.

Um bom caldo de galinha pode demorar até 24hs para ficar pronto e com certeza tem sabor inigualável. Mas no caso do preparo do risoto, como estava sem muito tempo, nem muita paciência, resolvi seguir as dicas do renomado chef brasileiro Alex Atala e utilizar o novo Potinho de Caldo Galinha.

Ponto para a Unilever, escolhendo como porta-voz alguém com tanta  representatividade e popularidade frente ao público amador e profissional. Dizem que demandou oito anos de pesquisa para chegar ao seu formato final! Contém 0% de gordura e 25% menos sódio em relação à versão tradicional. O Potinho de Caldo Knorr não leva conservantes ou corantes artificiais, e vem nos sabores Galinha, Carne e Legumes. Cada um deles rende um litro de caldo, o mesmo do que dois cubinhos tradicionais.

Tá aprovado! A embalagem é super prática, custa R$ 1,99, dissolve super rápido na água e tem um aroma e sabor de galinha mesmo. Diferente do caldo em tablete, não tem aquele gosto de “sopa” e nem é tão salgado!

A lista de Claude Troisgros – Risoto

28/06/2010

Outro item da lista de Claude Troigros é o risoto. A história do risoto surge em meados do século XVI, na Lombardia, Itália. Durante os preparativos de um casamento, o ajudante do cozinheiro (também responsável pela criação e pintura dos vitrais da catedral de Milão, e sendo que, na época, o açafrão era usado como tintura) deixou cair um pacote de açafrão em uma panela de arroz. Na prova, a coloração dourada e o sabor resultante agradaram e a nova iguaria acabou sendo servida na festa. Surgiu então, o risoto Milanês. A partir daí, ao longo dos tempos, o risoto foi ganhando muitos incrementos, dos mais simples aos mais sofisticados.

Entendo este como o principal item da lista. O que mais me atrai é a versatilidade deste prato. É fácil juntar alguns ingredientes da geladeira e em pouco tempo ter um prato com uma apresentação incrível e que agrada a todos os paladares. E os aromas que se desprendem da panela durante o cozimento? Só testando a receita para saber!

Escolhi um Risoto de Tomate Seco com três queijos para ilustrar este post. Os ingredientes são para 5 pessoas (se for servido como prato único): 3 xícaras de arroz arbório, 2 litros de caldo de galinha, 50g de manteiga, 2 colheres de sopa de azeite de oliva, 1 cebola grande picada, 1 xícara de vinho branco seco, 1/2 xícara de bacon picado, 1/2 xícara de queijo parmesão ralado, 1 xícara de muzzarela de búfala picada, 1 xícara de gorgonzola picado, 1 xícara de tomate seco picado, folhas de manjericão fresco, sal e pimenta.

Dica: O arroz tipo italiano é o mais adequado para risoto. O Carnaroli é uma alternativa ao Arbório.

Reuna os ingredientes e vamos ao passo a passo. Derreti 3/4 da manteiga e acrescentei o azeite de oliva para elevar a temperatura. Puxei a cebola na manteiga até ficar transparente, cuidando para não dourar ou queimar.  Adicionei o arroz e deixei suar.

Dica: Não lave o arroz. Se lavados, os grãos perdem parte do amido externo, o que prejudica a consistência final.

 

 

 

 

Reguei a panela com o vinho e deixei evaporar o álcool. Adicionei duas conchas de caldo e deixei secar. Fui adicionando o caldo pouco a pouco, conforme foi secando, mexendo sempre. Temperei com sal e pimenta. O arroz praticamente dobrou de tamanho. Demorou cerca de 20 minutos em fogo médio para que chegasse no ponto ideal.

Dica: Não deixe que os grãos fiquem muito moles. O risoto deve ser servido úmido e al dente.

 

 

 

 

Até aqui a receita é básica para qualquer tipo de risoto. É quando o arroz estava quase no ponto que acrescentei os ingredientes que deram sabor. Adicionei por primeiro os queijos. Corrigi o tempero (mais uma pitada de sal e pimenta).

 

 

 

 

E uma frigideira, dourei o bacon e o tomate seco e com mais um pouco de caldo, adicionei ao arroz. Salpiquei o manjericão. Para finalizar e dar brilho ao risoto, acrescentei o restante da manteiga e misturei bem, delicadamente.

Dica: Sirva em seguida, bem quente, regado com um bom azeite de oliva.

 

 

 

 

O resultado é um prato com aquela consistência cremosa característica do risoto.

Confesso que comi… e estava perfeito!

Arroz com Galinha

19/06/2010

Se tem um prato que eu sou fã é o tal do arroz com galinha. É perfeito para um dia chuvoso como hoje! Simples, rápido e maravilhoso!

Receita para 6 pessoas:

700 g de galinha ( 4 sobrecoxas)

3 xícaras de arroz branco

1 caldo de galinha diluído em 1 xícara de água quente

1 lata de tomate sem pele (bem picado)

1 colher de sopa de extrato de tomate

1 cebola grande

sal e pimenta do reino

Aquecer bem a panela (o ideal é usar uma de ferro) e refogar a cebola em um fio de azeite. Acrescentar a galinha em pedaços e deixar dourar os dois lados. Deglacear com o caldo de galinha diluído em água. Deixar secar um pouco o líquido e adicionar o tomate e o extrato. Temperar com sal e pimenta. Regar com uma xícara de água quente e tampar até finalizar o cozimento da galinha. Vai ficar um molho vermelho delicioso! Desfiar a galinha e retirar os ossos. Depois é só colocar o arroz e água até dois dedos acima do arroz. Mexer de vez em quando e caso necessário colocar mais água. Nessa hora é melhor estar com o fogo mais baixo. Não tem erro! Só não pode deixar secar muito! Servir com uma saladinha e regar com azeite de oliva e pimenta. Bom apetite!

Revista Senhor & Sem Hora

03/06/2010

Enquanto os demais pratos da lista não vem, quero divulgar outro trabalho mensal que participo. Sou colaboradora da revista Senhor & Sem Hora. Já na décima edição, a revista é direcionada para a terceira idade e traz novidades e matérias específicas para o público alvo. Na coluna Alimentação Saudável, escrevo receitas de acordo com o tema central da revista. Trago dicas de ingredientes e suas vantagens nutricionais.

A última edição, lançada no último dia 26, trouxe dicas de alimentação no cuidado da diabetes. Um peixe ao molho de iogurte com ervas frescas e um mousse de chocolate diet. Uma delícia!

Acesse o site da revista ( www.senhoresemhora.com.br) e veja a receita completa (pag. 18/19), assim como as edições anteriores. Pelo site é possível acessar a versão digital da revista.

Em exclusividade, segue algumas fotos da preparação dos pratos.

Os temperos utilizados no preparo do peixe (alecrim, majerona e hortelã) :

O peixe já temperado e depois assado:

E o mousse de chocolate:

A lista de Claude Troisgros – Omelete

16/05/2010

Então tá! Vamos ao primeiro desafio da lista de Claude Troisgros.

Pesquisando em outros blogs e revistas de gastronomia, arrisco citar alguns preceitos básicos sobre uma omelete: deve ter no mínimo 3 ovos, não deve ter os ovos mexidos no momento do cozimento e para se ter uma consistência mais aerada, deve-se misturar creme de leite aos ovos.

Como a frigideira e a família são grandes, fiz três omeletes de 5 ovos cada. 

Para a primeira omelete, além dos ovos, utilizei 250g de cogumelos fresco tipo castanho, 15g de funghi seco, 15g de shitake seco, queijo parmesão ralado, duas colheres de sopa de creme de leite, alho picado, sal, óleo de gergelim tostado e pimenta do reino. 

Hidratei os cogumelos secos com um pouco de água morna por cerca de 1h. Em uma frigideira, refoguei os cogumelos no alho e no óleo de gergelim com uma pitada de sal e pimenta. Numa tigela, bati levemente os 5 ovos, o creme de leite e temperei com sal e pimenta. Em outra frigideira antiaderente, em fogo bem baixo, despejei os ovos batidos e polvilhei um bom punhado do queijo parmesão.

Uma parte muito delicada e importante: fiz pequenas incisões na omelete, sem mexer, para que o ovo cozinhasse por completo. Quando estava firme, virei para dourar o outro lado. Dei muita sorte, ou será que foi muita habilidade? Consegui a difícil tarefa de virar a omelete sem quebra-lá! Recheei com o mix de cogumelos e dobrei em forma de meia lua.

Para cada uma das outras duas omeletes, utilizei 1/2 alho poró cortado em rodelas, queijo muzarela picado, queijo parmesão ralado, duas colheres de sopa de creme de leite, sal, noz moscada, azeite de oliva e pimenta do reino. Na mesma frigideira da omelete anterior, puxei levemente o alho poró com o azeite de oliva. Despejei a mistura de 5 ovos com o creme de leite, temperado com sal, noz moscada e pimenta.

Logo em seguida espalhei o queijo muzarela e o queijo parmesão sobre os ovos. Polvilhei mais um pouco de noz moscada. Como ficou um pouco mais pesado que a omelete de cogumelos, nem arrisquei virar. Em fogo bem baixo e a omelete bem firme, simplesmente dobrei ao meio e deixei na frigideira mais um pouco até complementar o cozimento por dentro. A parte interna ficou úmida e macia. Perfeito! Aliás, uma dica importante é não deixar a omelete ressecar. Ela deve estar apenas “levemente dourada”.

Dêem uma olhada no queijo derretido! Claude tinha razão, qualquer um deve aprender a fazer uma omelete para garantir um belo jantar!

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